As vantagens da comunicação não-violenta


Concluí na última quinta-feira, 12 de março, a leitura do livro Comunicação não-violenta, de Marshall Rosenberg. Salvo engano, ouvi falar da obra por meio do canal Meteoro Brasil, e fiquei bastante curioso e interessado em lê-la. Uma vez concluída a leitura, posso dizer que se trata de uma obra fundamental diante de um mundo cada vez mais violento. A violência, de acordo com Rosenberg, é potencializada por meio do uso de uma linguagem violenta, da qual, no mais das vezes, não chegamos a ter consciência. Partindo do pressuposto de que cada conflito particular acontece devido ao não atendimento de uma ou mais necessidades, o autor orienta o leitor a, diante de uma situação que possa levá-lo ao conflito, buscar se expressar de modo a revelar seus reais sentimentos, as necessidades não atendidas que resultaram nesses sentimentos e o que deseja que seu interlocutor faça a respeito. De igual modo, para evitar a violência que vem do interlocutor, é necessário que nos coloquemos em empatia com ele, de modo a compreender seus reais sentimentos e necessidades. Obviamente que faço aqui uma simplificação grosseira  da metodologia desenvolvida pelo autor, uma vez que meu objetivo é apenas fazer um registro de leitura. O que posso dizer para o eventual leitor deste blog é que os ensinamentos de Rosenberg e os exemplos concretos de aplicação da comunicação não-violenta descritas no livro fazem valer todo o tempo dispendido em sua leitura. 


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